ATIVIDADES EM DESTAQUE

A Codemge informa seus parceiros sobre o desligamento, em 19 de outubro de 2021, de Humberto Ribeiro Peixoto, da Diretoria de Gestão de Ativos e Mercado.

O novo Diretor de Gestão de Ativos e Mercado, eleito em reunião do Conselho de Administração, é Sérgio Lopes Cabral. Sérgio é economista, com especialização em Finanças e Gestão de Controle Empresarial. Tem experiência em investimentos, fundos imobiliários e modelagem de parcerias, concessões e alienações em iniciativas de desestatização.



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Em 2021, a Rodoviária de BH registrou, no período do feriado de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro, e do recesso escolar, no intervalo de 12 dias (de quinta-feira, 7/10, a segunda-feira, 18/10), fluxo de 226 mil pessoas passando pelo Terminal, entre embarques e desembarques. Esse volume representa 36% de crescimento na quantidade de passageiros verificada no mesmo feriado em 2020 (167 mil pessoas, aproximadamente). Comparando-se os dados de 2019, quando não havia a pandemia de coronavírus, com a expectativa para 2021, o fluxo de pessoas registrado no feriado neste ano ainda é significativamente menor: em torno de 35% a menos do que o volume registrado no mesmo feriado de 2019, quando mais de 348 mil passageiros transitaram pelo local.

Houve 4.800 partidas (cerca de 10% a mais que em 2020 e de 38% a menos que em 2019) e 4.771 chegadas de ônibus (em torno de 10% a mais que em 2020 e de 37% a menos que em 2019), além de 115.702 passageiros embarcando (perto de 36% a mais que em 2020 e de 38% a menos que em 2019) e 110.697 pessoas desembarcando (aproximadamente 35% a mais que em 2020 e 31% a menos que em 2019). Clique aqui para ter acesso ao detalhamento dos dados.

Para outros estados, as cidades mais procuradas este ano foram: Rio de Janeiro, Cabo Frio, Macaé, Angra dos Reis, São Paulo, Santos, Campinas, Salvador, Porto Seguro, Prado, Vitória, Guarapari, Piúma, Serra, Curitiba, Campinas e Brasília. Em Minas Gerais, os destinos mais buscados foram: Governador Valadares, Teófilo Otoni, Araçuaí, Ipatinga, Montes Claros, Conselheiro Lafaiete, São João del-Rei, Divinópolis, Poços de Caldas, Santa Bárbara, Ouro Preto e Juiz de Fora, além do Aeroporto de Confins.



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Mais que sua estrutura, equipamentos e máquinas, um empreendimento é a soma da força criativa de pessoas. Ver o trabalho inovador e o empenho dessa equipe dar frutos é algo que precisa ser compartilhado. Assista ao vídeo abaixo, conheça o LabFabITR e entenda por que, além de pioneiro em Minas e no Brasil, ele também é uma oportunidade de negócios única.

Saiba mais sobre o projeto em Tecnologia > LabFabITR ou pelo site www.labfabitr.com.br.

Laboratório-Fábrica  

O LabFabITR agrega laboratório de ponta e uma linha de produção fabril. Sua estrutura permite disponibilizar serviços que abrangem desde a criação de um novo produto até a sua industrialização, seja na forma de protótipo ou por meio da produção em pequenos lotes. A capacidade produtiva foi projetada para 23 toneladas/ano, podendo chegar a 100 ton/ano em uma década de operação.

Empresas interessadas em parcerias para o desenvolvimento de ímãs permanentes de terras-raras ou no investimento do negócio podem entrar em contato por meio do e-mail codemge@codemge.com.br. Outras informações sobre o empreendimento podem ser obtidas no site: www.labfabitr.com.br.

Histórico

Criado em 2015, no âmbito das iniciativas de tecnologia da Codemge, o LabFabITR tem o potencial de suprir parte da demanda nacional pelos ímãs sinterizados de neodímio-ferro-boro (NdFeB), componentes utilizados em equipamentos como veículos e geradores elétricos de alta eficiência. Suas obras foram iniciadas em dezembro de 2017 e concluídas em junho de 2021, em um terreno de 9.645 m², de propriedade da Companhia.



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Para todos verem: Conselheiros e diretores sentados à mesa, em sala de reunião do Grande Hotel de Araxá

Pela primeira vez na história da Codemge, o Conselho de Administração da Empresa reuniu-se em Araxá, nesta quinta-feira (7/10). A ação inédita marca a retomada das atividades presenciais do órgão, que estava encontrando-se virtualmente em face da pandemia de covid-19. Os conselheiros e diretores da Companhia também visitaram as minas, a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) e a Companhia Mineradora do Pirocloro (Comipa), além do Grande Hotel, onde ficaram hospedados após a reabertura do empreendimento há cerca de um mês.

“É muito importante estar aqui, em Araxá, conhecer a história e o presente, para construirmos o futuro”, ressaltou o Presidente do Conselho, Paulo Antônio Spencer Uebel. Na abertura da reunião histórica, ocorrida em sala de convenções do Grande Hotel, Uebel enalteceu a iniciativa, organizada pela Secretaria-Geral da Codemge, e salientou a perpetuação do valor do nióbio.

Para todos verem: Conselheiros, diretores e Secretária-Geral sentados à mesa, em sala de reunião do Grande Hotel de Araxá

Além dele, participaram do encontro em Araxá todos os demais conselheiros de Administração: Alécia Paolucci Nogueira Bicalho, Edsoney Max Alves, Helger Marra Lopes, Milton Nassau Ribeiro, Marcus Leonardo Silberman e Wagner de Freitas Oliveira.

Para todos verem: Conselheiros, diretores e Secretária-Geral sentados à mesa, em sala de reunião do Grande Hotel de Araxá, com participação virtual do Presidente da Codemge, que aparece em projeção de videoconferência

Os diretores Bruno Estéfano Teixeira (Diretoria Jurídica), Eduardo Zimmer Sampaio (Diretoria de Participações), Humberto Ribeiro Peixoto (Diretoria de Gestão de Ativos e Mercado) e Mateus Ayer Quintela (Diretoria de Administração e Finanças da Codemge e Presidência da Comipa) também estiveram presentes. Após retornar da missão mineira aos Estados Unidos, o Diretor-Presidente da Codemge e da Codemig, Thiago Coelho Toscano, acompanhou o encontro virtualmente, de Belo Horizonte. A Secretária-Geral, Amanda Souza Lima Rodrigues, também integrou a reunião. Estiveram ainda na visita a Araxá a Gerente de Recursos Humanos, Marina Campos Morici, e o Analista de Comunicação Marcello Machado.

Para todos verem: Conselheira Alécia Bicalho, Presidente do Conselho de Administração, Paulo Uebel, e Conselheiro Wagner Oliveira
Para todos verem: Secretária-Geral da Codemge, Amanda Rodrigues, Diretor de Participações, Eduardo Sampaio, e Conselheiro Helger Lopes
Para todos verem: da esq. para dir., Conselheiros Marcus Silberman e Edsoney Alves e Diretor de Gestão de Ativos e Mercado, Humberto Peixoto

Visita à CBMM

Para todos verem: comitiva da Codemge participa de almoço na CBMM; os participantes estão sentados à mesa, assistindo a uma apresentação feita pelo Presidente da CBMM, Eduardo Ribeiro

A comitiva da Companhia foi recebida pelo Presidente da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, Eduardo Ribeiro. Outros gestores da CBMM acompanharam a visita juntamente com ele: o Diretor Industrial, Rogerio Contato; o Diretor Financeiro, Alex Amorim; e a Gerente Executiva Jurídica, Renata Ferrari. Os conselheiros e diretores da Codemge visitaram diversas instalações da empresa parceira, na quarta-feira (6/10).

A Codemig e a CBMM são sócias na Comipa, empresa de gestão compartilhada que tem como finalidade a lavra do minério das minas que são objeto dos direitos minerários concedidos à CBMM e à Codemig.

Para todos verem: Diretores e conselheiros da Codemge, com diretores da CBMM, à frente de mina de nióbio

As atividades de mineração são realizadas a céu aberto, sem uso de explosivos. A operação de lavra é executada pela Comipa em cerca de apenas três quilômetros quadrados, por tratores de esteiras, pás escavadeiras, carregadeiras e caminhões. O minério extraído pela Comipa é vendido com exclusividade para a CBMM, que, em seu complexo industrial, beneficia e industrializa, transformando o minério em produtos industrializados de nióbio.

Cerca de 2 mil pessoas trabalham na CBMM, além de gerar outros empregos indiretos, como profissionais de obras, por exemplo. A capacidade produtiva de ferronióbio (principal produto industrializado comercializado pela CBMM) foi ampliada, de 100 mil toneladas/ano para 150 mil toneladas/ano, mais do que o suficiente para abastecer toda a demanda mundial, que é hoje de aproximadamente 120 mil toneladas/ano.

Para todos verem: mina de nióbio

Atualmente, a CBMM atende mais de 50 países e responde por cerca de 80% do mercado mundial de ferronióbio, carro-chefe da empresa, destinado à siderurgia e responsável por mais de 90% do volume de vendas. A CBMM ocupa, assim, a posição de principal fornecedor mundial de tecnologias e da linha completa de produtos relacionados ao nióbio, tendo a expectativa de praticamente dobrar até 2030 as necessidades de produção.

O complexo industrial da CBMM conta com diversas unidades, incluindo concentração, refino e metalurgia, óxido de nióbio, óxidos especiais, ligas especiais e nióbio metálico, além de embalagem e expedição. Ao todo, há mais de 15 etapas de beneficiamento e industrialização para produzir o produto final de nióbio, tendo à disposição 17 plantas produtivas. Para 65 toneladas de minério, é produzida 1 tonelada de produto final a ser expedido.

Para todos verem: Conselheiros visitam instalações da CBMM

A comitiva conheceu também o Centro de Tecnologia da CBMM, um dos mais completos centros de pesquisa de nióbio do mundo. Os projetos são direcionados para otimizar os recursos naturais, insumos e processos utilizados no beneficiamento mineral e na industrialização de produtos de nióbio, bem como desenvolver novas aplicações para os produtos. De acordo com a CBMM, são investidos de R$ 180 milhões a R$ 200 milhões por ano em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento), havendo hoje uma carteira com cerca de 150 projetos de tecnologia.

Para todos verem: Profissional da CBMM em frente a uma tela de monitoramento de barragens

A equipe também visitou a sala de monitoramento de barragens. O parque industrial da CBMM tem oito barragens, sendo que uma é destinada à contenção de sedimentos, outra é para a acumulação de água fresca, quatro são para a disposição de resíduos/rejeitos do processo de concentração de nióbio, e duas estão em fase de descaracterização. As estruturas passam por verificações e avaliações constantes, garantindo elevados padrões de segurança, com monitoramento 24 horas e redundância em todos os controles.

Empresa genuinamente brasileira, a CBMM é uma sociedade por ações de capital fechado, com 70% do capital pertencente ao Grupo Moreira Salles e 30% distribuídos por dois consórcios pertencentes a China, Japão e Coreia do Sul. A CBMM trabalha de forma contínua para contribuir com a expansão do mercado mundial de produtos de nióbio.

Para todos verem: Conselheiros visitam unidade de expedição da CBMM
Para todos verem: latas contendo ferronióbio, em formato de pedras de cor prata
Para todos verem: Conselheiros e diretores junto com a equipe da CBMM em campo verde, após participarem da plantação de árvores

Visita à Comipa

Para todos verem: o Presidente da Comipa, Mateus Quintela, recebe os demais participantes da Codemge na sede administrativa da Comipa

Na visita a Araxá, o grupo de conselheiros e diretores também esteve na sede administrativa da Companhia Mineradora do Pirocloro, na tarde de quarta-feira, 6/10. O Presidente da Comipa, Mateus Ayer Quintela, recebeu os demais participantes, que puderam conhecer as instalações e a equipe da empresa.

De acordo com ele, esta foi a primeira visita em grupo dos conselheiros à Comipa — e após o recente processo de melhoria da governança na entidade. “A iniciativa da visita foi fundamental, principalmente para que nos enxerguemos como sócios, acionistas, em uma interação maior, que não se limita a uma mina de pirocloro e traz benefícios”, ponderou Ayer.

Segundo o Gerente Administrativo da Comipa, Dartagnan Viana, a equipe da empresa é formada por 168 colaboradores. Destes, 33 estão no âmbito administrativo, e 135, no operacional.

Para todos verem: Conselheiros, diretores e Secretária-Geral em frente à sede administrativa da Comipa

A parceria entre a CBMM e a Codemig consiste no arrendamento das suas minas à Comipa, responsável pela extração mineral. A Comipa vende o minério à CBMM, que o beneficia e industrializa, comercializando produtos industrializados do nióbio. Em virtude da parceria, a Codemig e a CBMM celebraram uma Sociedade em Conta de Participação (SCP), em que a CBMM é a sócia ostensiva, com o objetivo de possibilitar o pagamento à Codemig 25% do lucro líquido da CBMM. Desse modo, a Codemig é remunerada na SCP em 25% do resultado gerado na operação da cadeia de valor do nióbio.

O acordo com a CBMM foi iniciado em 1973, prorrogado automaticamente em 2002 e válido até 2032. Como acionista majoritária da Codemig, a Codemge usufrui da participação desta na SCP — a Codemge tem 51% de participação na Codemig, e o Estado de Minas Gerais tem 49%.

O nióbio

Para todos verem: ferronióbio, em formato de pedras na cor prateada

O nióbio é um metal de transição, descoberto em 1801 pelo químico inglês Charles Hatchett. Em meados do século XX, esse elemento começou a ganhar maior relevância.

As características do nióbio, como alta condutividade térmica e elétrica, maleabilidade e alta resistência à corrosão, ao calor e ao desgaste, conferem ao metal a capacidade de melhorar as propriedades de materiais, tornando-os mais eficientes. Por esse motivo, o nióbio é hoje utilizado em diversos setores, como os de mobilidade urbana, infraestrutura, distribuição e geração de energia de fontes renováveis, com diversas aplicações tecnológicas.

Usado principalmente em ligas metálicas e em aços especiais, o nióbio confere aos compostos importantes propriedades, permitindo seu emprego na fabricação de turbinas de aeronaves, automóveis, de tubulações de gás, placas para plataformas marítimas, pontes, viadutos e edifícios, além de aparelhos de ressonância magnética, marcapassos, sondas espaciais, foguetes, componentes eletrônicos e baterias.

Outras aplicações incluem a fabricação de vidros e de cerâmicas especiais, usadas em receptores de televisão e outros equipamentos; a produção de catalisadores químicos; usos em aparelhos de medicina diagnóstica, e até mesmo em aceleradores de partículas de alta energia. Novas ligas e compostos que utilizam o nióbio seguem sendo desenvolvidas, o que deve ampliar o leque de aplicações do elemento e aumentar a demanda por sua extração.

Desse modo, o nióbio tem papel fundamental em inovações tecnológicas para o desenvolvimento de materiais inteligentes e mais resistentes, com maior segurança, leveza, performance e eficiência. Também ajuda a resolver complexos desafios de engenharia, elevando a eficiência de materiais, a economia, a liberdade de design e a segurança, com maiores resistência e tenacidade e de maneira mais sustentável.

A propósito, para garantir um futuro movido por energia renovável, o uso de materiais desenvolvidos com a tecnologia do nióbio traz resultados consideráveis. Entre eles, estão a geração e o consumo de energia limpa, baterias mais seguras, de carregamento rápido, com maior vida útil e densidade energética, bem como soluções de armazenamento mais eficientes.



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Mais de mil pessoas participaram do Seminário de Grafeno 2021 com o tema “Avanços e desafios na produção, caracterização e aplicação de grafenos”. O evento on line e gratuito, realizado nos dias 4, 5 e 6 de outubro, reuniu em um amplo debate mais de trinta palestrantes representantes de empresas, entidades de pesquisa e organizações do setor público.

O destaque das discussões foi o crescimento da interação entre empresas privadas e instituições de ciência e tecnologia com o objetivo de desenvolver a produção e a utilização de grafenos no Brasil. As apresentações demonstraram que há diversos centros de pesquisa e inovação tecnicamente preparados para atender o setor privado, para que a transferência dessa competência direcione os negócios para produtos e processos cada vez mais valiosos. As estratégias passam, por um lado, por uma opção das estruturas empresariais pela inovação aberta, que agrega mais valor aos produtos e serviços quando absorve e promove o conhecimento já pronto e, por outro lado, pelo investimento das entidades de pesquisa em novos formatos de negócios, como as start ups, para atender às demandas do mercado.

No evento, foram apresentados também os avanços obtidos pelo projeto MGgrafeno na produção, caracterização e aplicação de grafeno. O projeto MGgrafeno, que idealizou e promoveu o seminário, é uma parceria da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge) com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e o Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN).

Para um dos coordenadores do projeto, professor do Departamento de Física da UFMG, Flávio Plentz, os bons resultados do MGgrafeno são a demonstração de que o investimento em inovação impulsiona um ciclo virtuoso na economia de alto valor agregado. “Está demonstrado que foi um grande acerto a decisão de dominar a técnica e o conhecimento ligados ao grafeno, em vez de investir em compra ou licenciamento de tecnologias, que não eram sequer viáveis”.

MGgrafeno

Criado em 2016, o Projeto MGgrafeno visa o desenvolvimento de tecnologia nacional própria de produção, separação e adequação (customização), além da geração de aplicações industriais, em parceria com o setor privado. O processo de produção elaborado pelo projeto, a partir da esfoliação em fase líquida (água) do grafite natural, é reprodutível, escalável e com custo baixo. Todo o resíduo gerado é reutilizado ou reciclado, o ar é monitorado e toda água retorna ao ciclo. Toda a planta, instalada no CDTN, em Belo Horizonte, é segura e sustentável.

Trabalham no MGgrafeno 56 profissionais, sendo 18 doutores e 8 mestres, entre químicos, físicos, biólogos e engenheiros, sendo que, ao todo, mais de 90 profissionais estão ou já passaram pelo projeto. No mês passado, uma otimização de processos permitiu quadruplicar a produção e reduzir o tempo de conversão do grafite para grafeno sem custo adicional.

Além da produção de grafeno em escala, o MGgrafeno já testou e demonstrou mais de 20 aplicações e materiais, com diversos parceiros empresariais. Em 2021, o projeto foi destaque no estudo “Panorama Tecnológico Grafeno”, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Para conhecer mais sobre o projeto, acesse: www.mggrafeno.com.br.

Investidores

O Projeto MGgrafeno conta com diversos parceiros no desenvolvimento de aplicações industriais e agora também irá abrir as portas para investidores interessados na operação do empreendimento. O chamamento público para investidores será anunciado nos próximos meses. As informações serão disponibilizadas no site da Codemge.

Empresas interessadas no desenvolvimento de aplicações com grafeno ou no investimento para a fase industrial podem entrar em contato pelo e-mail codemge@codemge.com.br.



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O Estado de Minas Gerais recebeu premiação inédita nesta terça-feira, 5/10, nos Estados Unidos, durante a estada da missão mineira no país, da qual a Codemge faz parte. A Agência de Promoção de Investimento e Comércio Exterior de Minas Gerais (INDI) teve o trabalho reconhecido pelo Conselho Internacional de Desenvolvimento Econômico (IEDC, sigla em inglês), considerado uma das maiores e mais respeitadas organizações de desenvolvimento econômico do mundo. O prêmio destaca as melhores ações de governos e empresas para o desenvolvimento e foi entregue em Nashville, capital do Tennessee, durante a conferência anual do IEDC. É a primeira vez que uma instituição brasileira é premiada pelo Conselho.

O INDI conquistou duas medalhas: prêmio prata na categoria Iniciativas de Retenção e Expansão, com o case sobre ações de promoção de atração de investimentos relacionados aos projetos de e-commerce; e prêmio bronze na categoria que avalia os materiais impressos de divulgação, com o guia “Why Minas Gerais”, o qual realça os atributos que fazem de Minas Gerais um lugar único para se investir, apresentando informações estratégicas sobre áreas como educação, mercado de trabalho, vocações econômicas regionais e infraestrutura. Ambas as iniciativas premiadas da agência mineira contribuem para a atração e a promoção de investimentos no Estado.

Para se ter uma ideia da relevância dessa premiação, na edição anterior do evento, em 2020, instituições de peso, como Invest Atlanta, Michigan Economic Development Corporation e Toronto Global foram laureadas pelo IEDC.

O INDI foi representado pelo diretor-presidente, João Paulo Braga, e pelo gerente de comunicação social e institucional, Carlos Romualdo. Eles estavam acompanhados pelo secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, e pelo presidente da Codemge, Thiago Toscano.

Em sua fala, João Paulo salientou que a atual gestão do Governo estadual conseguiu desburocratizar o ambiente de negócios e melhorar as condições de atuação de empresas em vários setores, sendo que os bons resultados dessa política podem ser sentidos na prática. “Minas Gerais se tornou, em poucos anos, o mais importante hub do e-commerce do Brasil, com a presença de players nacionais e internacionais, como Nike, Mizuno, Dafiti, Amazon, Mercado Livre, Magazine Luiza, Netshoes, Privalia, entre outros. São empresas que fizeram grandes investimentos no Estado e estão gerando milhares de empregos e melhoria de qualidade de vida em áreas que tinham poucas perspectivas de crescimento”, ressaltou o presidente do INDI.

O IEDC

O Conselho de Desenvolvimento Econômico Internacional é uma organização sem fins lucrativos e apartidária que atende a organizações e agências de desenvolvimento econômico. É a maior organização desse tipo no mundo, com cerca de 5 mil integrantes, incluindo governos locais, estaduais, provinciais e federais, além de parcerias público-privadas, câmaras de comércio e universidades, entre outras várias instituições. O objetivo dos membros é a criação de empregos de alta qualidade, o desenvolvimento de comunidades vibrantes e a melhoria da qualidade de vida em suas regiões.

Codemge e INDI

Empresa estatal, integrante da Administração Pública Indireta do Estado de Minas Gerais, a Codemge é organizada sob a forma de sociedade por ações, tendo o Estado como principal acionista. Originada em 2018 após a reorganização societária da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), a Codemge tem a missão de contribuir para o desenvolvimento mineiro, colaborando para um ambiente de eficiência, simplificação e sustentabilidade e gerando valor para o acionista. Tem como visão estratégica ser uma empresa sustentável, focada no compromisso com austeridade e governança responsável e na capacidade de geração de resultados. A Companhia é um dos entes mantenedores do INDI, junto com o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), e integra o Conselho Superior do órgão.

Fundado em 1968, o INDI foi a primeira agência de promoção de investimento do Brasil, servindo de modelo para a criação de instituições similares no País. A entidade é vinculada à Secretaria de Estado Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais e atua como porta de entrada para investimentos no estado, prestando consultoria gratuita a investidores e alavancando a expansão e a competitividade de empresas já estabelecidas no território mineiro. A Agência também atua internacionalmente por meio de missões e delegações de recebimento e trabalha em conjunto com outros parceiros no ambiente de desenvolvimento econômico do Estado, incluindo a Codemge. Saiba mais no site do INDI.



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As audiências públicas referentes ao projeto de concessão do Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro (Tergip), em Belo Horizonte, e dos cinco terminais e 17 estações do Sistema Move Metropolitano serão realizadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra) nos dias 7 e 10/10. Os detalhes podem ser consultados neste link.

A primeira sessão será em modo totalmente virtual, no dia 7/10, realizada diretamente da Bolsa de Valores (B3) e transmitida simultaneamente pela TVB3 e pelo canal da Seinfra no YouTube.

Será possível a participação oral dos interessados por meio da plataforma Zoom, condicionada a cadastro prévio, conforme regulamento no site da Seinfra. Importante destacar que não será possível o envio de perguntas via chat nem pela plataforma da TVB3 e nem pelo YouTube.

No dia 13/10, às 10h30, a audiência pública será no modelo presencial, no Auditório do Tergip – 3º andar, localizado à Praça Rio Branco, 100, Centro, em Belo Horizonte. O número de participantes será limitado, observando-se as regras estabelecidas no Plano Minas Consciente e em regulamento disponível no site da Seinfra e da Unidade PPP de Minas Gerais.

Os interessados em participar da sessão pública presencial deverão efetuar o credenciamento pelo e-mail concessaoterminais@infraestrutura.mg.gov.br, até as 18h do dia útil anterior. A mensagem deve conter nome completo, endereço de e-mail, telefone para contato e entidade que representa (se for o caso).

Para manifestação oral dos interessados na audiência presencial também é obrigatório cadastro prévio, conforme regulamento.

As contribuições recebidas serão analisadas quanto ao seu eventual aproveitamento e o resultado dessa avaliação integrará o Relatório Final da Audiência Pública, que será disponibilizado no site da Seinfra e da Unidade PPP do Governo de Minas Gerais.

Consulta pública

Também está em andamento a consulta pública do projeto. Sugestões, contribuições e questionamentos sobre o modelo proposto podem ser encaminhadas para o e-mail concessaoterminais@infraestrutura.mg.gov.br até as 23h59 do dia 22/10.

A documentação completa, bem como o formulário modelo de questionamentos e o regulamento com a forma de participação, estão disponíveis no site da Seinfra e também na página da Unidade de PPP de Minas Gerais (www.parcerias.mg.gov.br).

Concessão

A concessão do Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro (Tergip), em Belo Horizonte, e dos cinco terminais e 17 estações do Sistema Move Metropolitano pretende viabilizar o aperfeiçoamento no nível geral dos serviços por meio da modernização e gestão da infraestrutura já existente e associada, otimizando a circulação e o acesso os ônibus do transporte coletivo.

Com prazo de 30 anos, a expectativa é que, nesse período, sejam investidos cerca de R$ 116 milhões pelo futuro operador.

Além disso, de acordo com cálculos da Seinfra, a concessão terá potencial para geração de aproximadamente 2.800 empregos diretos e indiretos, além da arrecadação de R$ 17,5 milhões em impostos.

Fonte: Agência Minas



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Em 2021, a expectativa de movimento na Rodoviária de BH para o feriado de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro, e do recesso escolar é de que, no intervalo de 12 dias (de quinta-feira, 7/10, a segunda-feira, 18/10), cerca de 224 mil pessoas passem pelo Terminal, entre embarques e desembarques. Esse volume representa 34% de crescimento na quantidade de passageiros verificada no mesmo feriado em 2020 (167 mil pessoas, aproximadamente). Comparando-se os dados de 2019, quando não havia a pandemia de coronavírus, com a expectativa para 2021, o fluxo de pessoas esperado para o feriado neste ano ainda é significativamente menor: em torno de 36% a menos do que o volume registrado no mesmo feriado de 2019, quando mais de 348 mil passageiros transitaram pelo local.

A expectativa para 2021 é de que haja 4.667 partidas (cerca de 7% a mais que em 2020 e de 40% a menos que em 2019) e 4.550 chegadas de ônibus (em torno de 5% a mais que em 2020 e de 40% a menos que em 2019), além de 114.821 passageiros embarcando (perto de 35% a mais que em 2020 e de 39% a menos que em 2019) e 109.270 pessoas desembarcando (aproximadamente 34% a mais que em 2020 e 32% a menos que em 2019).

Para outros estados, as cidades mais procuradas este ano são: Rio de Janeiro, Cabo Frio, Angra dos Reis, São Paulo, Santos, Campinas, Salvador, Alcobaça, Porto Seguro, Prado, Vitória, Guarapari, Piúma, Serra, Curitiba e Brasília. Em Minas Gerais, os destinos mais buscados são: Governador Valadares, Teófilo Otoni, Ipatinga, Montes Claros, Conselheiro Lafaiete, São João del-Rei, Divinópolis, Santa Bárbara, Ouro Preto e Juiz de Fora, além do Aeroporto de Confins.

Clique aqui e veja os dados detalhados dos dois anos anteriores e da previsão para este ano.

Orientações aos passageiros

Devido à pandemia, a Administração da Rodoviária de BH solicita a cooperação dos usuários no sentido de que apenas quem for viajar entre no Terminal durante este período. Após as 23h30, o acesso é restrito a usuários com passagens, com entrada concentrada entre as plataformas D e E.

As empresas de transporte têm adequado linhas de viagem e horários, sendo importante que o passageiro as consulte previamente para confirmar as viagens disponíveis. O uso de máscaras, durante toda a permanência no Terminal e no interior dos ônibus, também é imprescindível, assim como manter o distanciamento adequado.

A Rodoviária de BH tem adotado várias medidas preventivas e educativas, em alinhamento com as diretrizes legais e em favor do bem-estar dos usuários. Outras informações estão disponíveis em: www.rodoviariadebelohorizonte.com.br/noticias/nota-rodoviaria-de-bh-e-coronavirus.



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Para todos verem – Missão mineira em agenda nos Estados Unidos. Da esq. para dir., os executivos Cassio Segura, da empresa YellowFi, Marson Cunha, da Midtown, e Carlos Mariaca, do Center Group; vereadora de Doral Claudia Mariaca; presidente da Codemge, Thiago Toscano; sentados à direita, o gerente de comunicação social e institucional do INDI, Carlos Romualdo, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, e o presidente do INDI, João Paulo Braga (crédito: Divulgação INDI)

A Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais integra a missão da Agência de Promoção de Investimento e Comércio Exterior de Minas Gerais (INDI) nos Estados Unidos, a fim de construir parcerias, atrair investimentos para o estado e gerar oportunidades para empresas mineiras. O presidente da Codemge, Thiago Toscano, participa da iniciativa ao lado do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, do presidente do INDI, João Paulo Braga, e do gerente de comunicação social e institucional da Agência, Carlos Romualdo.

Durante dez dias, os gestores cumprem agendas na Flórida, na cidade de Nashville, no Tennessee, e na capital, Washington, incluindo vários encontros com executivos de empresas e organizações internacionais de fomento. Na última sexta-feira, 1º/10, o INDI assinou sua adesão à Câmara Brasil-EUA de Comércio da Flórida (BACCF), com o objetivo de potencializar negócios, atrair investimentos internacionais para Minas Gerais e aproximar o estado do mercado americano. Além disso, as novas conexões que estão sendo estabelecidas vão permitir que empresas mineiras possam se internacionalizar a partir da Flórida, principal porta de entrada de negócios brasileiros nos Estados Unidos.

A BACCF comemorou a inclusão do INDI na câmara de comércio, que completa 40 anos em 2021. Para a entidade, foi um primeiro passo para o estreitamento entre as agências de investimentos e os governadores dos dois estados. As similaridades entre Minas Gerais e Flórida confirmam, no entendimento da BACCF, um enorme potencial de colaborações em oportunidades comerciais bilaterais e investimentos, nos setores público e privado.

O cônsul-geral do Brasil na Flórida, embaixador João Mendes Pereira, também enalteceu a parceria firmada em Miami e a sinergia estabelecida entre o Governo de Minas e os empresários brasileiros radicados na Flórida. De acordo com ele, a missão do Governo de Minas nos Estados Unidos terá resultados muito importantes para a exportação de bens e serviços mineiros e a captação de investimentos americanos para o Estado.

De acordo com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, a internacionalização de empresas mineiras no mercado americano constitui uma grande oportunidade, tanto pela variação cambial, quanto pelo atendimento e um extenso mercado consumidor.

Para a Codemge, as experiências da missão vão contribuir ainda para o processo de reposicionamento da Companhia, no âmbito do Projeto Desenvolve Minas, iniciativa inédita e colaborativa que liga as esferas pública e privada e realça o papel da Empresa como facilitadora e promotora da atração de investimentos em Minas Gerais. Por meio dessa ação, a Codemge busca novas fontes de receitas e potencializa o avanço do Estado em direção ao futuro, com estratégias inovadoras e um rearranjo de ativos para sua sustentabilidade econômica. Já no próximo ano, a Companhia planeja concorrer a premiações como a de melhor projeto de concessão.

Primeira etapa da missão

A missão teve início na última quinta-feira, 30/9, com um encontro para discussão de boas práticas e cooperação na atração de investimentos, reunindo empresários e a vice-prefeita de Doral, cidade localizada no condado de Miami-Dade e considerada referência na atração de empresas no ramo de logística. Minas Gerais também tem se destacado nacionalmente na atração de indústrias de distribuição. Além disso, a comitiva visitou a empresa Bauducco e ouviu sobre as estratégias de internacionalização da empresa.

Na última sexta-feira, 1º/10, a agenda teve continuidade na Enterprise Florida, instituição similar ao INDI, atuando na promoção de investimentos e desenvolvimento. O grupo saiu com uma proposta de estabelecer acordo de cooperação entre Minas Gerais e Florida, com o alvo de atrair novos negócios para o Brasil e internacionalizar as indústrias mineiras. Atualmente, o Brasil é o principal parceiro comercial da Florida.

Outra agenda foi com a Dagrosa, empresa focada em investimentos nos Estados Unidos, na Europa Ocidental e na América Latina. A instituição tem histórico de sucesso na identificação e na capitalização de oportunidades de investimento em diversos setores, como saúde, imobiliário, finanças, aviação, hotelaria, esportes e entretenimento.

Câmara Brasil-EUA

A Câmara Brasil-EUA de Comércio da Flórida foi fundada em 1981 e se tornou uma das principais organizações de cooperação binacional dos Estados Unidos. Atualmente, conta com mais de 1,2 mil membros, entre empresas, organizações, empresários e profissionais, promovendo as relações comerciais entre os dois países. Algumas grandes marcas internacionais também participam da BACCF, como Banco do Brasil Américas, Citibank, BBS International, Bradesco, Itaú, FedEx, American Airlines, Azul Linhas Aéreas, Embraer, Boeing, Ernst & Young, entre outras.

Codemge e INDI

Empresa estatal, integrante da Administração Pública Indireta do Estado de Minas Gerais, a Codemge é organizada sob a forma de sociedade por ações, tendo o Estado como principal acionista. Originada em 2018 após a reorganização societária da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), a Codemge tem a missão de contribuir para o desenvolvimento mineiro, colaborando para um ambiente de eficiência, simplificação e sustentabilidade e gerando valor para o acionista. Tem como visão estratégica ser uma empresa sustentável, focada no compromisso com austeridade e governança responsável e na capacidade de geração de resultados. A Companhia é um dos entes mantenedores do INDI, junto com o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), e integra o Conselho Superior do órgão.

Fundado em 1968, o INDI foi a primeira agência de promoção de investimento do Brasil, servindo de modelo para a criação de instituições similares no País. A entidade é vinculada à Secretaria de Estado Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais e atua como porta de entrada para investimentos no estado, prestando consultoria gratuita a investidores e alavancando a expansão e a competitividade de empresas já estabelecidas no território mineiro. A Agência também atua internacionalmente por meio de missões e delegações de recebimento e trabalha em conjunto com outros parceiros no ambiente de desenvolvimento econômico do Estado, incluindo a Codemge. Saiba mais no site do INDI.

Confira outras fotos desta primeira etapa da missão mineira nos Estados Unidos, em visita a empresas e órgãos internacionais de fomento.

(Crédito das fotos: Divulgação INDI)



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A Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge) recebeu o selo de participante do Programa Nacional de Prevenção à Corrupção (PNPC). A iniciativa busca promover a integridade e auxiliar no combate à corrupção nas organizações públicas. A Companhia aderiu ao PNPC por meio de autoavaliação feita no Sistema e-Prevenção, ferramenta que possibilita aos órgãos realizar diagnósticos para se prevenirem contra a fraude e a corrupção.

Para todos verem: selo circular verde, contendo o texto “Programa Nacional de Prevenção à Corrupção”, com uma faixa azul na qual se lê “Participante” e, no topo da imagem, um círculo menor com formas geométricas azuis e amarela, que aludem à bandeira do Brasil e à imagem de um olho

Além do selo de participante do programa, a Codemge obteve também o reconhecimento da Controladoria-Geral do Estado (CGE-MG) pelo recebimento da Marca PNPC, por meio de ofício enviado pelo controlador-geral, Rodrigo Fontenelle, aos dirigentes máximos da Companhia. Com isso, a atual gestão da Empresa reforça publicamente o compromisso com o aprimoramento contínuo dos controles, da governança e da integridade em suas rotinas.

“Mesmo depois de a instituição haver respondido e recebido o resultado da sua autoavaliação, vamos continuar utilizando as diretrizes do e-Prevenção para implementação de ações que serão integradas no Programa de Integridade da Codemge”, afirma o gerente de Integridade, Conformidade e Gestão de Riscos, Lincoln Teixeira.

O sistema e-Prevenção foi elaborado para apoiar o desenvolvimento das ações contempladas no PNPC. Por intermédio da autoavaliação, é possível identificar o desempenho da organização quanto à aderência às boas práticas de prevenção contra irregularidades. As respostas não são utilizadas para fins de investigação ou punição de gestores e responsáveis, mas, sim, para homologação pela Rede de Controle, que indicará os caminhos para que cada órgão tenha padrões de integridade e implemente boas práticas de prevenção à corrupção.

A avaliação do PNPC não tem como objetivo estabelecer ranking entre os entes participantes, mas, sim, estimular a implementação de boas práticas de prevenção, detecção, investigação, correção, monitoramento e transparência, bem como contribuir para a confiança da sociedade no serviço público honesto.

PNPC e Minas Gerais

O Programa Nacional de Prevenção à Corrupção é uma proposta da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), com coordenação e execução pelas Redes de Controle nos Estados, patrocinada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Controladoria-Geral da União (CGU). Trata-se de uma ferramenta importante para o aperfeiçoamento das estruturas de prevenção, governança e combate à corrupção. Em Minas Gerais, tem sido conduzida pela Ação Integrada da Rede de Controle e Combate à Corrupção de Minas Gerais (Arcco-MG) e conta com a participação ativa de diversos órgãos da rede de controle local, como a CGE, o Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público do Estado.

Com 1.038 adesões, Minas foi o estado que obteve o maior número de participantes no PNPC, seguido por São Paulo e Paraná, que alcançaram 795 e 786 adesões, respectivamente. Entre as organizações municipais, mais de 500 prefeituras e 376 câmaras municipais aderiram. Na esfera estadual, mais de 90% das instituições participaram, sendo que, das 69 organizações existentes, 64 concluíram o questionário da plataforma e-Prevenção. Os dados demonstram que a Administração Pública estadual está engajada no aprimoramento dos seus sistemas de integridade e gestão de riscos.

Confira aqui a relação de entidades no Programa Nacional de Prevenção à Corrupção.



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